Casar, plantar árvore, ter filho, diz-se que é o fluxo natural da trajetória nossa aqui nesta esfera que gira. Não importa a ordem, nem sempre é o que se dá, mas ouso dizer que filho resume o significado de tudo, ser dois em um, é amálgama, semente, fruto que viceja hoje, resgata antepassados, empurra a gente adiante, ao futuro.
Na gravidez é sempre o mesmo: espera, ansiedade, surpresa a cada mexida, sobretudo torcida e oração para que venha saudável. Quando nasce, é inevitável pensar com quem se parece, de quem são os traços, a cor dos olhos, cabelo ou pele, o formato do rosto, do corpo, pés e mãos, a quem puxaram a boca, nariz e cada dedo, traços físicos que a infalível genética aponta logo de cara ou revela no passar do tempo. A família cresce, novas atividades vêm, círculos se alargam, nada é igual a cada dia, mas chegar aos doze meses é maravilhoso, simbólico para cada criança, acho que abre de vez o ciclo da vida para toda a família, o milagre cotidiano de acordar, respirar, dormir, trabalhar ou nada fazer, ir ou vir, sorrir ou chorar, ter sonhos ou encarar a realidade.
Ontem, 15 de outubro, Cauê fez 1 ano. Este primeiro aniversário tem algo mais, traz lembranças, exibe felicidade, impõe reflexões para nós, famílias, parentes amigos, colegas e uma infinidade de gente espalhada mundo afora, perto e longe. Para as famílias Cabral/Magalhães e Tavares/Pinheiro, principalmente para Andreas Cauê e Kenia, nosso Cauê materializa o milagre da vida, o maior presente que podíamos ter recebido, a prova inconteste de que Deus existe e Sua bondade é infinita. Certo de que falamos em nome de todos, eu e Margareth queremos compartilhar este inesquecível momento de alegria que a graça Dele nos concedeu.
Na gravidez é sempre o mesmo: espera, ansiedade, surpresa a cada mexida, sobretudo torcida e oração para que venha saudável. Quando nasce, é inevitável pensar com quem se parece, de quem são os traços, a cor dos olhos, cabelo ou pele, o formato do rosto, do corpo, pés e mãos, a quem puxaram a boca, nariz e cada dedo, traços físicos que a infalível genética aponta logo de cara ou revela no passar do tempo. A família cresce, novas atividades vêm, círculos se alargam, nada é igual a cada dia, mas chegar aos doze meses é maravilhoso, simbólico para cada criança, acho que abre de vez o ciclo da vida para toda a família, o milagre cotidiano de acordar, respirar, dormir, trabalhar ou nada fazer, ir ou vir, sorrir ou chorar, ter sonhos ou encarar a realidade.
Ontem, 15 de outubro, Cauê fez 1 ano. Este primeiro aniversário tem algo mais, traz lembranças, exibe felicidade, impõe reflexões para nós, famílias, parentes amigos, colegas e uma infinidade de gente espalhada mundo afora, perto e longe. Para as famílias Cabral/Magalhães e Tavares/Pinheiro, principalmente para Andreas Cauê e Kenia, nosso Cauê materializa o milagre da vida, o maior presente que podíamos ter recebido, a prova inconteste de que Deus existe e Sua bondade é infinita. Certo de que falamos em nome de todos, eu e Margareth queremos compartilhar este inesquecível momento de alegria que a graça Dele nos concedeu.

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