sábado, 26 de janeiro de 2019

Exclusive: Kremlin-linked contractors help guard Venezuela’s Maduro – sources | Reuters

Private military contractors who do secret missions for Russia flew into Venezuela in the past few days to beef up security for President Nicolas Maduro in the face of U.S.-backed opposition protests, according to two people close to them.
— Ler em www.reuters.com/article/us-venezuela-politics-russia-exclusive/exclusive-kremlin-linked-contractors-help-guard-venezuelas-maduro-sources-idUSKCN1PJ22M

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Exclusive: Kremlin-linked contractors help guard Venezuela’s Maduro – sources | Reuters

Private military contractors who do secret missions for Russia flew into Venezuela in the past few days to beef up security for President Nicolas Maduro in the face of U.S.-backed opposition protests, according to two people close to them.
— Ler em www.reuters.com/article/us-venezuela-politics-russia-exclusive/exclusive-kremlin-linked-contractors-help-guard-venezuelas-maduro-sources-idUSKCN1PJ22M

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Exclusive: Kremlin-linked contractors help guard Venezuela’s Maduro – sources | Reuters

Private military contractors who do secret missions for Russia flew into Venezuela in the past few days to beef up security for President Nicolas Maduro in the face of U.S.-backed opposition protests, according to two people close to them.
— Ler em www.reuters.com/article/us-venezuela-politics-russia-exclusive/exclusive-kremlin-linked-contractors-help-guard-venezuelas-maduro-sources-idUSKCN1PJ22M

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

MATEUS, PRIMEIRO OS TEUS?

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TECNOLOGIA DO AMOR

Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

Longe e ao contrário de ser idiota busca por semelhança a celebridade fortuita, é partilha respeitosa, oportuna e generosa. É pura benquerença, despretensiosa, talvez ingênua, dirão uns.

É um album coletivo, pleno de mútua positividade e de vontade de estar juntos, inclusive na impossibilidade da presença física.

Nada a ver com perda de privacidade, muito menos com exibicionismo ou espetacularização, coisas de gente ignorante, mal intencionada, equivocada, metida a besta ou sem noção.

Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

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Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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TECNOLOGIA DO AMOR

Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

Longe e ao contrário de ser idiota busca por semelhança a celebridade fortuita, é partilha respeitosa, oportuna e generosa. É pura benquerença, despretensiosa, talvez ingênua, dirão uns.

É um album coletivo, pleno de mútua positividade e de vontade de estar juntos, inclusive na impossibilidade da presença física.

Nada a ver com perda de privacidade, muito menos com exibicionismo ou espetacularização, coisas de gente ignorante, mal intencionada, equivocada, metida a besta ou sem noção.

Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

Longe e ao contrário de ser idiota busca por semelhança a celebridade fortuita, é partilha respeitosa, oportuna e generosa. É pura benquerença, despretensiosa, talvez ingênua, dirão uns.

É um album coletivo, pleno de mútua positividade e de vontade de estar juntos, inclusive na impossibilidade da presença física.

Nada a ver com perda de privacidade, muito menos com exibicionismo ou espetacularização, coisas de gente ignorante, mal intencionada, equivocada, metida a besta ou sem noção.

Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

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Nada a ver com perda de privacidade, muito menos com exibicionismo ou espetacularização, coisas de gente ignorante, mal intencionada, equivocada, metida a besta ou sem noção.

Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

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Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

TECNOLOGIA DO AMOR

Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

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Dito isso, sintam-se todos carinhosa e efusivamente abraçados, aqui e agora. Bem apertadinho, por óbvio, com as Graças e as Bênçãos de Deus.

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MATEUS, PRIMEIRO OS TEUS?

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Dentre todas, muitas, inúmeras, há pessoas importantes na nossa vida: algumas são aquelas com quem compartilhamos nas redes sociais fotos, vídeos, palavras, fatos, memórias, sentimentos e emoções de todo tipo.

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Nada a ver com perda de privacidade, muito menos com exibicionismo ou espetacularização, coisas de gente ignorante, mal intencionada, equivocada, metida a besta ou sem noção.

Na hipótese de que alguma tênue fronteira seja involuntariamente ultrapassada, até por terceiros, nessa roda-viva da aldeia global às vezes descontrolada ou maluca, por antecipação, pedimos desculpas, como se deve fazer sempre que o coração é mais eloquente que todo o resto de nós.

Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

Até mais ver, diriam uns que se despedem, outros falariam até logo na expectativa de novo breve encontro, um ciao, um até daqui a pouco, sabe-se lá quando.

Aqui – na virtualidade que mede distâncias na velocidade da luz, que fazem dos espaços umas coisinhas ínfimas e que podem nos “tocar” mesmo nas lonjuras – caberia mais imaginar que os encontros cibernéticos não têm hora, nem dia, são programáveis, saem da nuvem onde se acumulavam e chegam a nós, silenciosos ou com alertas, a critério, como desejado.

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Parentes, agregados e amigos, quem não usa ou aqueles que não gostam dessas facilidades da vida moderna, nós respeitamos igualmente e tentamos fazer chegar a elas de algum modo a importância que também têm para nós, para nossa família.

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domingo, 13 de janeiro de 2019

A ENIGMÁTICA E ALVISSAREIRA POSITIVIDADE DOS SINAIS TROCADOS

Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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A ENIGMÁTICA E ALVISSAREIRA POSITIVIDADE DOS SINAIS TROCADOS

Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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A ENIGMÁTICA E ALVISSAREIRA POSITIVIDADE DOS SINAIS TROCADOS

Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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sábado, 12 de janeiro de 2019

A ENIGMÁTICA E ALVISSAREIRA POSITIVIDADE DOS SINAIS TROCADOS

Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.

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