terça-feira, 31 de março de 2020

LANTERNA, SIM. FÓSFORO, NÃO

Tribunais superiores e demais instancias judiciárias, ministérios públicos e órgãos de controle, parlamentos federais, estaduais e municipais, partidos políticos e vozes da sociedade civil, governadores e prefeitos, estatais, forças armadas, de segurança e de salvamento, organizações patronais e laborais, entidades médicas, profissionais da saúde e quem mais puder ajudar têm de se (re)unir para fazer valer a ciência e a razão na crise da Covid 19.

Ou o caos virá a galope. E de espada em punho, ávida por pescoços-moles frouxos e cabeças-duras desmioladas.

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LANTERNA, SIM. FÓSFORO, NÃO

Tribunais superiores e demais instancias judiciárias, ministérios públicos e órgãos de controle, parlamentos federais, estaduais e municipais, partidos políticos e vozes da sociedade civil, governadores e prefeitos, estatais, forças armadas, de segurança e de salvamento, organizações patronais e laborais, entidades médicas, profissionais da saúde e quem mais puder ajudar têm de se (re)unir para fazer valer a ciência e a razão na crise da Covid 19.

Ou o caos virá a galope.

segunda-feira, 30 de março de 2020

A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

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A COVID 19 E O BRUTAL CHOQUE DE REALIDADE

Em menos de um mês, a expansão desenfreada do coronavírus mundo afora vem transformando em pó a autossuficiência de governantes que até então eram julgados acima de tudo e de todos, sem pingo de humildade.

Foi só os casos de contaminação começarem a surgir, que a desavergonhada soberba se esfarelou quase na mesma proporção, destruindo junto a bravata até então exibida sem parcimônia nem pudor.

A partir do momento em que a curva da quantidade de infectados empinou para cima, a ignorância teve de se render à ciência, o negacionismo foi atropelado pelos fatos, o diversionismo teve de encarar a concretude e a empáfia nem rastro deixou pelo caminho.

Quando as internações começaram a crescer assustadoramente e as vagas de UTI foram sendo ocupadas junto com os escassos respiradores disponíveis, a arrogância despudorada murchou e fez nascer a forceps uns sopros de lucidez em quem a tinha perdido por completo, há tempos ou ontem, por motivos rasos, pessoais, ideológicos, políticos e/ou eleitorais.

Por fim, infelizmente, ao estridente som do choro da família dos mortos sepultados ou cremados sem despedida, a prepotência foi de público humilhada, máscaras caíram, disfarces foram arrancados, a nudez chegou ao reinado e de muitos foi manchada talvez para sempre a biografia, a imagem, a reputação, a credibilidade.

Então, antes que surja algum simplório de plantão a dizer que tudo um dia morre, celebremos todos – mesmo que assustados ou tristes, mas com humanismo, fraternidade, esperança, amor ao próximo, solidariedade e fé – “a vida como ela é”, graças a Deus.

terça-feira, 24 de março de 2020

CHOQUE-DE-ESTADO

A morte de centenas de pessoas num único dia na Itália e na Espanha, todas diretamente oriundas da pandemia do coronavírus, é desoladora, inaceitável e inacreditável: em muito parece – guardadas as proporções – a repetição, na Europa, das pestes medievais e das gripes do século passado.

Analisadas sob lupa política isenta de vieses ideológicos inaplicáveis, considerando os avanços da ciência e da tecnologia disponíveis nos dois países, reconhecido o estágio de desenvolvimento sócio-econômico das populações atingidas e até mesmo se observada a tradição da cultura de prevenção mais arraigada naquelas áreas críticas, a tragédia poderia ter sido evitada ou – no mínimo – não ser tão alarmante.

Apesar das evidências mundiais que impõem medidas drásticas (explicitadas nas orientações da OMS) para mitigar os efeitos da Covid 19 na saúde da população, certo é que alguns governantes retardaram decisões e estão pagando muito caro em baixa popularidade na opinião pública e em alta rejeição no eleitorado, com risco de perda irrecuperável nas campanhas já vizinhas no calendário democrático.

O caso mais emblemático é o de Trump, que capitulou diante da realidade, sob ameaça de não seguir na Casa Branca, tanto que ele – além de o FED estar de novo socorrendo a economia, “sem quaisquer pruridos liberais”, como fez em 2008 – agora prioriza o sistema de saúde (que abominou), os pequenos negócios, os empregos e até os vulneráveis.

No Brasil, felizmente, a cada dia, a irracionalidade do negacionismo vem sendo atropelada pelos fatos e se rendendo ao próximo drama, à medida em que o número de infectados se expande em curva assimptótica e a maioria das pessoas se assusta, por óbvio.

Enquanto isso, há crescente pressão de empresários – uns legitimados pelo histórico de sensibilidade com os interesses nacionais, outros credenciados apenas pela estima de ou acesso privilegiado a autoridades de governo – clamando por um plano emergencial de socorro geral (nos moldes do célebre esforço de recuperação do último pós-guerra), para que o desemprego formal não seja quadruplicado, em breve, como preveem.

É incrível que esse “outro tipo de alarmismo” seja lastreado inclusive por coro de “vozes-médicas-da-politica” (algumas delas velhas conhecidas pelo oportunismo), maximizando a economia em detrimento da vida.

Nas circunstâncias, a solução mais adequada é a matricial: um misto equilibrado de intervenções horizontais (de caráter geral, amplas, por tempo indeterminado, para grupos de risco, por exemplo), mantendo a essencialidade da produção vital, ao lado de intervenções verticais (pontuais, ad hoc, just in time, just in case), graduais no esforço, ritmo e intensidade, conforme o locus e o focus.

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CHOQUE-DE-ESTADO

A morte de centenas de pessoas num único dia na Itália e na Espanha, todas diretamente oriundas da pandemia do coronavírus, é desoladora, inaceitável e inacreditável: em muito parece – guardadas as proporções – a repetição, na Europa, das pestes medievais e das gripes do século passado.

Analisadas sob lupa política isenta de vieses ideológicos inaplicáveis, considerando os avanços da ciência e da tecnologia disponíveis nos dois países, reconhecido o estágio de desenvolvimento sócio-econômico das populações atingidas e até mesmo se observada a tradição da cultura de prevenção mais arraigada naquelas áreas críticas, a tragédia poderia ter sido evitada ou – no mínimo – não ser tão alarmante.

Apesar das evidências mundiais que impõem medidas drásticas (explicitadas nas orientações da OMS) para mitigar os efeitos da Covid 19 na saúde da população, certo é que alguns governantes retardaram decisões e estão pagando muito caro em baixa popularidade na opinião pública e em alta rejeição no eleitorado, com risco de perda irrecuperável nas campanhas já vizinhas no calendário democrático.

O caso mais emblemático é o de Trump, que capitulou diante da realidade, sob ameaça de não seguir na Casa Branca, tanto que ele – além de o FED estar de novo socorrendo a economia, “sem quaisquer pruridos liberais”, como fez em 2008 – agora prioriza o sistema de saúde (que abominou), os pequenos negócios, os empregos e até os vulneráveis.

No Brasil, felizmente, a cada dia, a irracionalidade do negacionismo vem sendo atropelada pelos fatos e se rendendo ao próximo drama, à medida em que o número de infectados se expande em curva assimptótica e a maioria das pessoas se assusta, por óbvio.

Enquanto isso, há crescente pressão de empresários – uns legitimados pelo histórico de sensibilidade com os interesses nacionais, outros credenciados apenas pela estima de ou acesso privilegiado a autoridades de governo – clamando por um plano emergencial de socorro geral (nos moldes do célebre esforço de recuperação do último pós-guerra), para que o desemprego formal não seja quadruplicado, em breve, como preveem.

É incrível que esse “outro tipo de alarmismo” seja lastreado inclusive por coro de “vozes-médicas-da-politica” (algumas delas velhas conhecidas pelo oportunismo), maximizando a economia em detrimento da vida.

Nas circunstâncias, a solução mais adequada é a matricial: um misto equilibrado de intervenções horizontais (de caráter geral, amplas, por tempo indeterminado, para grupos de risco, por exemplo), mantendo a essencialidade da produção vital, ao lado de intervenções verticais (pontuais, ad hoc, just in time, just in case), graduais no esforço, ritmo e intensidade, conforme o locus e o focus.

sábado, 21 de março de 2020

IDEOLOGIA, QUEIRA UMA, A DA VIDA.

Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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sexta-feira, 20 de março de 2020

IDEOLOGIA, QUEIRA UMA, A DA VIDA.

Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

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O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.

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IDEOLOGIA, QUEIRA UMA, A DA VIDA.

Nesta crise, sob aplauso da sociedade, os profissionais da saúde brasileira vêm dando maravilhosos exemplos de heroísmo e de honra ao juramento hipocrático.

A universalidade e a equidade do nosso sistema nacional de saúde exibem com toda a força o que é a visão estratégica de uma política pública justa.

O povo, sobretudo a parcela mais pobre, enobrece o nosso caráter humanista, cristão e solidário; a classe média se tocou, sensível e formadora da opinião predominante, como quase sempre faz.

É tempo de abastados se mostrarem altruístas e de patrocinarem nas redes sociais a mobilização de esforços; chegou a hora de radicais arautos do estado-ausente e de individualistas, egoístas e entusiastas só do próprio bem-estar mudarem conceitos, posturas e ações. Ou que fiquem em casa, se cuidem, mesmo rubros de vergonha.