domingo, 10 de maio de 2020

DIA DAS MÃES, DE FELICIDADE

Hoje, sim, é dia de agradecimento, de celebração da vida.

Este, sim, é o momento mais do que oportuno para reflexão sobre o impagável valor de nossa existência, para comemoração da importância singular de cada respiro ou batimento cardíaco, para percepção da gigantesca simplicidade de todo gesto ou do mínimo olhar, para irrestrito acolhimento de qualquer sorriso, por natureza benfazejo.

Aproveitemos (onde e como for possível) para lembrar ou abraçar (ao menos virtualmente ou na memória) a quem nos deu o maravilhoso privilégio dessa passagem terrena, imperdível, única, insubstituível.

Esta, sim, é preciosa ocasião para resgate dos mais extremados sentimentos, para expressão das mais escandalosas emoções e para compartilhamento de todas as mais chocantes lembranças, as do colo, do afago e das lágrimas, tristes ou felizes.

Cuidem-mo-nos todos, então, em fervoroso recôndito, quem puder em casa, particularmente em impositivo respeito aos intensos e divinos meses de esforço, de espera e de abençoado sacrifício da sagrada maternidade, que se espraia inteira pela vida sempre plena de dedicação, generosidade e doação delas a nós.

Este período difícil, sombrio e dramático para gente de dentro ou chegada e também para tantas milhares de famílias desconhecidas ou distantes do mundo e do Brasil que sofrem até a dor da irrecuperável perda de pessoas queridas, de fato, tem de ser, sim, igualmente tempo de compaixão e solidariedade, próxima ou anônima.

Esta, sim, é uma excelente oportunidade para o resgate dos mais atávicos instintos, para a coleta dos mais elementares argumentos, para a exibição dos mais acintosos gestos, para o grito das mais barulhentas palavras e para a exercício individual da mais radical prática de humanismo, de reconhecimento e de partilha.

Esta, sim, é a hora da prestação de contas, das estatísticas, dos indicadores e dos números da verdadeira riqueza, a que representa a mais nobre de todas as rendas e o mais lucrativo de todos os investimentos, a mais-valia que vem do coração.

Não, em definitivo não é hora daqueles duros orçamentos, rígidos cálculos e frios balanços com os significados das moedas e dos bens, das finanças e das economias que alguns nada sensatos nem lúcidos – insensível e absurdamente – insistem em querer cotejar com a vida.

Mesmo diante da já prolongada realidade crítica e pesada, que este quinto domingo pascal coincidente com o emblemático exemplo da fortaleza materna traga paz, leveza e conforto, fortaleça a esperança e ajude a (re)nascer em nós o tal novo normal, certamente cristão.

Parabenizo efusivamente minha esposa Margareth, minhas filhas Catarina Emília e Bertha Carolina, minha nora Kenia, minha irmã Rosemary e sobretudo minhas iluminadas e inesquecíveis mãe Djanira e vovós Rosa e Sinhá, aproveitando para agradecer as carinhosas mensagens das amigas e dos amigos a elas enviadas, retribuindo-as com a potencialidade assimptótica dessas curvas agora tão conhecidas de quase todos.

Pela interseção da Mãe de Jesus, de Santa Monica e da padroeira Nossa Senhora Aparecida, que Deus nos proteja e abençoe a cada mamãe, símbolo maior e mais eloquente da presença Dele em cada família.

sábado, 9 de maio de 2020

REGRAS DE OURO PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DO ISOLAMENTO SOCIAL

a) redução da quantidade de novos casos ao menos por duas semanas consecutivas;
b) capacidade da unidade federativa para rastrear as pessoas de contato de cada novo caso que surja;
c) disponibilização de teste de diagnóstico para todas as pessoas com sintomas;
d) capacidade do sistema de saúde para tratar todos os pacientes, não apenas os que tenham COVID-19.

O que a regra de ouro no item “D” se refere é ao tratamento emergencial, a UTI, ao ambiente de atendimento crítico não apenas da COVID 19.

Essa abrangência vai muito além dos respiradores artificiais, que podem ser utilizados em outros ambientes de atendimento prévio, que não a UTI, inclusive até em salas de observação e/ou de monitoramento em UPAs, por exemplo, quando o paciente não está entubado e/ou instável.

Se o isolamento social não for adotado e/ou se for flexibilizado sem respeitar essa condicionante objetiva, o que vai ocorrer é a avalanche de pacientes do coronavírus colapsando o sistema de saúde, como já está ocorrendo em algumas cidades.

É o modelo da Teoria das Restrições.

Nestas condições, se terá de lançar mão de todas as UTIs, que – em consequência – poderão faltar para outros atendimentos emergenciais, como, por exemplo, enfartados, situação caótica já registrada.

É a Matriz GUT (G de gravidade, U de urgência, T de tendência) aplicada na prática: qual paciente é prioritário, dentre os que já estiverem precisando de UTI.

Portanto, se não houver UTI suficiente nem para atendimento de pacientes de Covid 19, o sistema de saúde (equipes de resgate e socorro emergencial, enfermeiros e médicos, principalmente intensivistas) poderão não conseguir sequer ver os demais pacientes também em situação crítica.

É a dramática Escolha de Sofia: quem vai ser atendido ou não.

As estatísticas nem de longe capturam essa triste realidade, agravada pelo crescimento de registros dos óbitos domésticos.

Enfim, no curtíssimo prazo, o desafio é o funil, o gargalo da UTI.

via Blogger https://ift.tt/3bnWnNe

via Blogger https://ift.tt/3fyFHFR

via Blogger https://ift.tt/3fzTfkw

REGRAS DE OURO PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DO ISOLAMENTO SOCIAL

a) redução da quantidade de novos casos ao menos por duas semanas consecutivas;
b) capacidade da unidade federativa para rastrear as pessoas de contato de cada novo caso que surja;
c) disponibilização de teste de diagnóstico para todas as pessoas com sintomas;
d) capacidade do sistema de saúde para tratar todos os pacientes, não apenas os que tenham COVID-19.

O que a regra de ouro no item “D” se refere é ao tratamento emergencial, a UTI, ao ambiente de atendimento crítico não apenas da COVID 19.

Essa abrangência vai muito além dos respiradores artificiais, que podem ser utilizados em outros ambientes de atendimento prévio, que não a UTI, inclusive até em salas de observação e/ou de monitoramento em UPAs, por exemplo, quando o paciente não está entubado e/ou instável.

Se o isolamento social não for adotado e/ou se for flexibilizado sem respeitar essa condicionante objetiva, o que vai ocorrer é a avalanche de pacientes do coronavírus colapsando o sistema de saúde, como já está ocorrendo em algumas cidades.

É o modelo da Teoria das Restrições.

Nestas condições, se terá de lançar mão de todas as UTIs, que – em consequência – poderão faltar para outros atendimentos emergenciais, como, por exemplo, enfartados, situação caótica já registrada.

É a Matriz GUT (G de gravidade, U de urgência, T de tendência) aplicada na prática: qual paciente é prioritário, dentre os que já estiverem precisando de UTI.

Portanto, se não houver UTI suficiente nem para atendimento de pacientes de Covid 19, o sistema de saúde (equipes de resgate e socorro emergencial, enfermeiros e médicos, principalmente intensivistas) poderão não conseguir sequer ver os demais pacientes também em situação crítica.

É a dramática Escolha de Sofia: quem vai ser atendido ou não.

As estatísticas nem de longe capturam essa triste realidade, agravada pelo crescimento de registros dos óbitos domésticos.

Enfim, no curtíssimo prazo, o desafio é o funil, o gargalo da UTI.

via Blogger https://ift.tt/3bnWnNe

via Blogger https://ift.tt/3fyFHFR

REGRAS DE OURO PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DO ISOLAMENTO SOCIAL

a) redução da quantidade de novos casos ao menos por duas semanas consecutivas;
b) capacidade da unidade federativa para rastrear as pessoas de contato de cada novo caso que surja;
c) disponibilização de teste de diagnóstico para todas as pessoas com sintomas;
d) capacidade do sistema de saúde para tratar todos os pacientes, não apenas os que tenham COVID-19.

O que a regra de ouro no item “D” se refere é ao tratamento emergencial, a UTI, ao ambiente de atendimento crítico não apenas da COVID 19.

Essa abrangência vai muito além dos respiradores artificiais, que podem ser utilizados em outros ambientes de atendimento prévio, que não a UTI, inclusive até em salas de observação e/ou de monitoramento em UPAs, por exemplo, quando o paciente não está entubado e/ou instável.

Se o isolamento social não for adotado e/ou se for flexibilizado sem respeitar essa condicionante objetiva, o que vai ocorrer é a avalanche de pacientes do coronavírus colapsando o sistema de saúde, como já está ocorrendo em algumas cidades.

É o modelo da Teoria das Restrições.

Nestas condições, se terá de lançar mão de todas as UTIs, que – em consequência – poderão faltar para outros atendimentos emergenciais, como, por exemplo, enfartados, situação caótica já registrada.

É a Matriz GUT (G de gravidade, U de urgência, T de tendência) aplicada na prática: qual paciente é prioritário, dentre os que já estiverem precisando de UTI.

Portanto, se não houver UTI suficiente nem para atendimento de pacientes de Covid 19, o sistema de saúde (equipes de resgate e socorro emergencial, enfermeiros e médicos, principalmente intensivistas) poderão não conseguir sequer ver os demais pacientes também em situação crítica.

É a dramática Escolha de Sofia: quem vai ser atendido ou não.

As estatísticas nem de longe capturam essa triste realidade, agravada pelo crescimento de registros dos óbitos domésticos.

Enfim, no curtíssimo prazo, o desafio é o funil, o gargalo da UTI.

via Blogger https://ift.tt/3bnWnNe

REGRAS DE OURO PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DO ISOLAMENTO SOCIAL

a) redução da quantidade de novos casos ao menos por duas semanas consecutivas;
b) capacidade da unidade federativa para rastrear as pessoas de contato de cada novo caso que surja;
c) disponibilização de teste de diagnóstico para todas as pessoas com sintomas;
d) capacidade do sistema de saúde para tratar todos os pacientes, não apenas os que tenham COVID-19.

O que a regra de ouro no item “D” se refere é ao tratamento emergencial, a UTI, ao ambiente de atendimento crítico não apenas da COVID 19.

Essa abrangência vai muito além dos respiradores artificiais, que podem ser utilizados em outros ambientes de atendimento prévio, que não a UTI, inclusive até em salas de observação e/ou de monitoramento em UPAs, por exemplo, quando o paciente não está entubado e/ou instável.

Se o isolamento social não for adotado e/ou se for flexibilizado sem respeitar essa condicionante objetiva, o que vai ocorrer é a avalanche de pacientes do coronavírus colapsando o sistema de saúde, como já está ocorrendo em algumas cidades.

É o modelo da Teoria das Restrições.

Nestas condições, se terá de lançar mão de todas as UTIs, que – em consequência – poderão faltar para outros atendimentos emergenciais, como, por exemplo, enfartados, situação caótica já registrada.

É a Matriz GUT (G de gravidade, U de urgência, T de tendência) aplicada na prática: qual paciente é prioritário, dentre os que já estiverem precisando de UTI.

Portanto, se não houver UTI suficiente nem para atendimento de pacientes de Covid 19, o sistema de saúde (equipes de resgate e socorro emergencial, enfermeiros e médicos, principalmente intensivistas) poderão não conseguir sequer ver os demais pacientes também em situação crítica.

É a dramática Escolha de Sofia: quem vai ser atendido ou não.

As estatísticas nem de longe capturam essa triste realidade, agravada pelo crescimento de registros dos óbitos domésticos.

Enfim, no curtíssimo prazo, o desafio é o funil, o gargalo da UTI.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

COVID NO MUNDO E NO BRASIL 030520

Os números, os indicadores e os gráficos (histórico, evolução, tendência) falam por si: cada um pode ver, analisar, cotejar, formar opinião e/ou tirar suas conclusões

via Blogger https://ift.tt/3b7RbNm

COVID NO MUNDO E NO BRASIL 030520

Os números, os indicadores e os gráficos (histórico, evolução, tendência) falam por si: cada um pode ver, analisar, cotejar, formar opinião e/ou tirar suas conclusões

domingo, 3 de maio de 2020

QUASE SETE MIL CADÁVERES É POUCO OU QUER MAIS?

Malgrado as provas reais do que ocorre(u) em todo o mundo, das chocantes cenas que mostram a dramática situação cada dia mais evidente e do gráfico de mortos com tendência de alta aqui:

a) é impensável que exista mais de uma narrativa para os mesmos números de vítimas;

b) é incrível que autoridades insistam em manter uma guerra de versões desconexas e sem lastro em busca de convenientes culpados para a pandemia;

c) é ridículo que haja alguém dando atenção a falas idiotas, absurdas e até doentias, quase todas contaminadas pela política.

Apesar da subnotificação (que pode mole ultrapassar 50%), as curvas de crescimento de infectados e de mortos do coronavírus no Brasil chegaram tão longe que foram vistas até nas alturas de Washington e subiram tão verticalmente que tocaram nas ventas e no topete de Trump lá na Casa Branca.

E olha que nos EUA, a nação mais rica do planeta, há mais de 60 mil pessoas já enterradas e mais de 30 milhões de requerimentos de seguro de desemprego já atendidos em seis semanas, todos vitimados pela epidemia.

Mas, por aqui, sobram cegos, ignorantes, mal-intencionados, desumanos, insensíveis, burros, energúmenos e outros estúpidos que não estão nem aí.

Enquanto se tem milhões de famílias sofrendo, multidões agonizando ou lutando pela vida e milhares de pessoas morrendo Brasil afora, como pode alguns imbecis estarem nas ruas passeando, fazendo vídeos de brincadeira sem pudor, falando besteira nas tribunas?

Felizmente, há brasileiros de bem, que não perderam a fé nem a esperança, que seguem dedicando seus melhores esforços para superar as dificuldades. Somos a maioria corajosa, sensata, decente e cristã, graças a Deus

Mas, especialmente aos tagarelas irresponsáveis e inconsequentes que desejam acesso midiático, há excelentes, oportunas e criativas sugestões para composição de cenários perfeitos e adequados a figurinos de gente do mal:

a) fazer discurso negacionista bem eloquente em portaria, em hall de entrada e/ou em antessala de espera das emergências de unidades de saúde e hospitais;

b) fazer selfie ou gravar vídeo bem sorridente na porta dos cemitérios e na beira das covas dos sepultados.

via Blogger https://ift.tt/3c3aTuM

via Blogger https://ift.tt/3b2OdJD

sábado, 2 de maio de 2020

QUASE SETE MIL CADÁVERES É POUCO OU QUER MAIS?

Malgrado as provas reais do que ocorre(u) em todo o mundo, das chocantes cenas que mostram a dramática situação cada dia mais evidente e do gráfico de mortos com tendência de alta aqui:

a) é impensável que exista mais de uma narrativa para os mesmos números de vítimas;

b) é incrível que autoridades insistam em manter uma guerra de versões desconexas e sem lastro em busca de convenientes culpados para a pandemia;

c) é ridículo que haja alguém dando atenção a falas idiotas, absurdas e até doentias, quase todas contaminadas pela política.

Apesar da subnotificação (que pode mole ultrapassar 50%), as curvas de crescimento de infectados e de mortos do coronavírus no Brasil chegaram tão longe que foram vistas até nas alturas de Washington e subiram tão verticalmente que tocaram nas ventas e no topete de Trump lá na Casa Branca.

E olha que nos EUA, a nação mais rica do planeta, há mais de 60 mil pessoas já enterradas e mais de 30 milhões de requerimentos de seguro de desemprego já atendidos em seis semanas, todos vitimados pela epidemia.

Mas, por aqui, sobram cegos, ignorantes, mal-intencionados, desumanos, insensíveis, burros, energúmenos e outros estúpidos que não estão nem aí.

Enquanto se tem milhões de famílias sofrendo, multidões agonizando ou lutando pela vida e milhares de pessoas morrendo Brasil afora, como pode alguns imbecis estarem nas ruas passeando, fazendo vídeos de brincadeira sem pudor, falando besteira nas tribunas?

Felizmente, há brasileiros de bem, que não perderam a fé nem a esperança, que seguem dedicando seus melhores esforços para superar as dificuldades. Somos a maioria corajosa, sensata, decente e cristã, graças a Deus

Mas, especialmente aos tagarelas irresponsáveis e inconsequentes que desejam acesso midiático, há excelentes, oportunas e criativas sugestões para composição de cenários perfeitos e adequados a figurinos de gente do mal:

a) fazer discurso negacionista bem eloquente em portaria, em hall de entrada e/ou em antessala de espera das emergências de unidades de saúde e hospitais;

b) fazer selfie ou gravar vídeo bem sorridente na porta dos cemitérios e na beira das covas dos sepultados.

via Blogger https://ift.tt/3c3aTuM

QUASE SETE MIL CADÁVERES É POUCO OU QUER MAIS?

Malgrado as provas reais do que ocorre(u) em todo o mundo, das chocantes cenas que mostram a dramática situação cada dia mais evidente e do gráfico de mortos com tendência de alta aqui:

a) é impensável que exista mais de uma narrativa para os mesmos números de vítimas;

b) é incrível que autoridades insistam em manter uma guerra de versões desconexas e sem lastro em busca de convenientes culpados para a pandemia;

c) é ridículo que haja alguém dando atenção a falas idiotas, absurdas e até doentias, quase todas contaminadas pela política.

Apesar da subnotificação (que pode mole ultrapassar 50%), as curvas de crescimento de infectados e de mortos do coronavírus no Brasil chegaram tão longe que foram vistas até nas alturas de Washington e subiram tão verticalmente que tocaram nas ventas e no topete de Trump lá na Casa Branca.

E olha que nos EUA, a nação mais rica do planeta, há mais de 60 mil pessoas já enterradas e mais de 30 milhões de requerimentos de seguro de desemprego já atendidos em seis semanas, todos vitimados pela epidemia.

Mas, por aqui, sobram cegos, ignorantes, mal-intencionados, desumanos, insensíveis, burros, energúmenos e outros estúpidos que não estão nem aí.

Enquanto se tem milhões de famílias sofrendo, multidões agonizando ou lutando pela vida e milhares de pessoas morrendo Brasil afora, como pode alguns imbecis estarem nas ruas passeando, fazendo vídeos de brincadeira sem pudor, falando besteira nas tribunas?

Felizmente, há brasileiros de bem, que não perderam a fé nem a esperança, que seguem dedicando seus melhores esforços para superar as dificuldades. Somos a maioria corajosa, sensata, decente e cristã, graças a Deus

Mas, especialmente aos tagarelas irresponsáveis e inconsequentes que desejam acesso midiático, há excelentes, oportunas e criativas sugestões para composição de cenários perfeitos e adequados a figurinos de gente do mal:

a) fazer discurso negacionista bem eloquente em portaria, em hall de entrada e/ou em antessala de espera das emergências de unidades de saúde e hospitais;

b) fazer selfie ou gravar vídeo bem sorridente na porta dos cemitérios e na beira das covas dos sepultados.