Não sou nissei, nem sansei e tenho muito pouca coisa a ver com a Terra-do-Sol-Nascente, exceto umas seis semanas de curso que fiz por lá, inesquecíveis momentos de contato com aquela rica cultura, as inovações futuristas e luminosas do Akihabara ou o preciosismo do esquizofrênico desafio do erro medido em PPM, aprendizagem indelével com fundamentos da gestão da qualidade, traduzidos por eles de modo intrínseco, tipo ou é ou não é.
Para quem opera com determinismos, não há porque gostar de probabilidades, dessas que indicam os belgas como francos (eita, acho que não se dão bem com o adjetivo) favoritos, que podem não ser válidos mais uma vez nessa maluca, surpreendente e quase imprevisível competição.
Também não aprovei aquela enrolação deles na fase anterior, perder por conveniência, injustificável, atitude merecedora de desclassificação, automática, especialmente para quem ganhou vaga como prêmio pelo FairPlay, sem dúvida indevido no caso, constrangedora para o técnico deles entrevistado depois do anti-jogo.
Mas, já que foi assim, mesmo com arranhões na admiração que sigo tendo por ele, declaro minha preferência pelos japas nessas oitavas-de-final, mas apenas agora: se chegarem às quartas, a paixão canarinha tomará à frente, além do que - se apropriando do parâmetro que teriam trazido eles até nós - parece que seriam adversários menos competitivos.
Como os nipônicos mesmo dizem, na base do kaisen, pacientemente, eles já foram longe o suficiente, talvez, quem sabe.
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