
Apesar do teimoso desemprego ainda elevado (oriundo das crises de variados matizes que desorganizaram quase tudo) e malgrado a inaceitável gula dos rentistas especuladores, a recorrente incompetência na gestão dos efeitos da crise hídrica nas tarifas de energia elétrica e a chocante falta de percepção oportuna do governo na avaliação dos impactos da greve dos camioneiros sobre o sisetema produtivo nacional, dois dos principais indicadores-síntese teriam sido bem melhores do que são, mas – calma, gente – há o que comemorar, sim: mesmo o pífio crescimento da economia abaixo de 1% é uma vitória e a inflação menor do que o centro da meta merece aplausos. Parabéns, Brasil.
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