
Este é O Programa na crise do Coronavírus, nesta pandemia tão cheia de simbologias, tão oportuna para reflexões e tão rica de ensinamentos.
Em meio à avalanche mundial do noticiário da Covid 19, acrescido das cenas e dos fatos chocantes e surreais da política nacional, o resgate, a renovação e o reforço dos valores da nossa crença é uma das prioridades do que se tem buscado e tentado fazer aqui em casa nestes longos dias de esperançoso recolhimento.
Sempre que possível, é algo do tipo garimpo virtual, muita sintonia preferencial nas mídias televisas católicas: Vaticano, Aparecida, Rede Vida, Canção Nova, Pai Eterno, principalmente.
São as melhores fontes de conhecimento, sabedoria e inspiração. Sempre dá certo, às vezes é surpreendente.
Ontem, o destaque foi o filme sobre João XXIII, uma bela lição de vida cristã: um papa que nos legou um testemunho de sensibilidade, de partilha, de solidariedade, de acolhimento, de humildade, de ecumenismo, de fraternidade e de amor à humanidade e à paz.
Ele nos deu um depoimento inesquecível, nítido, histórico, emblemático e exemplar do modelo (r)evolucionário de religião que precisamos, queremos e merecemos: uma igreja em harmonia com o tempo, as circunstâncias, a vida e o povo de Deus.

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