
O quanto dos fundos partidário e eleitoral cairá na conta das campanhas de vereadores e de prefeitos é a (in)equação política do momento, cuja solução tem prazo de dez dias.
Em 2020, sem coligação, será cada um por si, o que põe o tremendo desafio – portanto – sobretudo no colo do hoje quase hegemônico dirigente estadual, a quem caberá a responsabilidade (in)direta pelo resultado, se pode deduzir.
Daí, por óbvio, em cada partido, internamente, impor-se-á a gestão da escassez e das restrições, porquanto a prioridade certamente há de ponderar a viabilidade das candidaturas em capitais ou em colégios eleitorais com potencial de influência em 2022.
Assim, qual pirão terá mais farinha?

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