Quando Watergate irrompeu, mídia, opinião pública, EUA e mundo despertaram aliviados daquele pesadelo tremendo que ameaçou a democracia enquanto valor e símbolo da sociedade politicamente madura, nada a ver com o folhetim novelesco que mascara a quebra da privacidade individual dos cidadãos sob o disfarce de combate ao terrorismo internacional e enche páginas, ondas e telas travestido de espionagem glamourosa. Nem de longe esse frio Snowden parece com aquele 007 de Fleming, muito menos o esquisito Manning que agora até mulher quer virar.
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