Impressiona o mapa descritivo dos sítios eletrônicos mais acessados em cada país.
Ninguém duvida da importância da internet, nem há condições de se lutar contra o avanço imprevisível das mídias na vida cotidiana: parece ser mesmo uma mistura de Aldeia Global, de Marshall MacLuhan, com o Big Brother, de George Orwell, é comunicação na frente de tudo, muitas vezes ao preço da invasão de privacidade, até da espionagem oficial conduzida sob disfarce da segurança nacional, como se viu nas últimas revelações da grande imprensa internacional.
Fato é que é irreversível a onda que se espraia, mesmo que governos fechados tentem barrar ou circunscrever o uso dos meios eletrônicos e das mídias sociais. É luta inglória de quem quer que seja contra a tecnologia, é batalha perdida para quem tolhe a liberdade de acesso e de expressão que virá de todo jeito ou de algum modo, é malhar em ferro frio se o objetivo se posta em desfavor da natureza humana que prima pela interatividade entre pessoas.
Mas, subliminarmente, há, sim, um processo intenso, sem controle viável e de elevado impacto da internet, dos meios de comunicação e das mídias sociais na cultura universal, a partir do qual - é certo - se estreitam os laços, o tempo encurta, a distância diminui e os espaços se ampliam, sem nenhum paradoxo.
Parodiando o jargão, quem vive vê.

Nenhum comentário:
Postar um comentário