
Nos bastidores, à boca pequena, se diz que há fragilidades políticas evidenciadas nos resultados de algumas votações e no adiamento da tramitação de proposições legislativas de interesse maior do país, da sociedade, dos poderes constituídos, do governo e/ou de partidos, conforme a perspectiva de observação do analista das cenas, dos fatos, dos cenários.
Certo é que há expectativa de humor flutuante em todos, principalmente porque se vê – por exemplo – bastante movimentação nas áreas vinculadas ao Programa de Parceria de Investimentos, com desdobramentos relevantes sobretudo onde a operacionalização ocorre na prática, no BNDES, incluindo uns ruídos importantes nas decisões colegiadas que refletiriam divergências técnicas na condução dos projetos.
Principalmente em São Paulo e em Brasília, tem havido encontros com o pessoal interessado na área de infraestrutura, o ambiente está agitado, as cifras chegam às centenas de bilhões de reais e todos estão tentando monitorar a evolução dos acontecimentos, até porque economia e política fazem a dobradinha perfeita das estratégias de atuação dos grupos de causas, de interesse e/ou de pressão.
No Senado Federal, consta que há articulações para ocupação de cargos por indicação política nas agências, nos ministérios (meio a meio) e nas representações federais nos estados, neste caso com maior protagonismo da Câmara dos Deputados.
Como não parece ser caso de judicialização de heresia, é evidente que algo ora se mexe.

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